Foto: Ney Silva/Acorda Cidade |
Segunda Nadja, a lei do piso é muito clara. Estabelece que a cada janeiro os professores tem direito a um aumento salarial. Além do piso, também diz que aposentados e pensionistas não devem ser prejudicados. Mas, segundo a professora o governo está indo de encontro á lei.
Ela esclarece que a proposta de 7% em novembro não vai contemplar aposentados e pensionistas. “No caso dos professores, de um modo geral, se eles aceitarem esse percentual agora, quando for em janeiro o piso terá um novo aumento e a categoria ficará excluída desse reajuste. O que nós estamos pedindo é que realmente se cumpra a lei”, afirmou Nadja.
A professora disse também que o reajuste de 22,22% foi concedido pela presidente Dilma e isso demonstra segundo ela, que o se o percentual foi concedido é porque os estados e municípios têm condições de pagar.
“O governo federal dá o aumento e o governo estadual diz que não pode pagar. Isso significa uma irresponsabilidade do governo federal?” questiona.
O vereador Ailton Rios, também lamentou a ausência de representantes do estado para participar do debate, o qual ele classificou como muito importante. Ele leu uma nota informativa publicada em jornais onde consta que está sendo incluído no Plano Nacional de Educação (PNE), a destinação de um percentual de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em políticas de educação durante um período de 10 anos.
Ele fez referências as informações do deputado Targino Machado de que existem Ongs recebendo milhões do governo do estado e, principalmente, o contrato da empresa do professor Jorge Portugal por cerca de R$ 1,5 milhão para realizar as aulas para os alunos do 3º ano do ensino médio.
Na próxima segunda-feira professores de Feira de Santana vão participar de um protesto em Salvador durante as comemorações do 2 de Julho, data da Independência da Bahia.
Fonte: Acorda Cidade
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