segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Confira os valores das atrações contratadas pela prefeitura de Feira para a Expofeira 2011

Cerca de 250 mil pessoas visitaram o local o Parque de Exposição João Martins da Silva nos oito dias da Expofeira, neste ano.

Foto: Ed Santos/Acorda Cidade| Fernanda Brun

Para animar os oito dias da Exposição Agropecuária de Feira de Santana (Expofeira), neste ano, a prefeitura contratou diversas atrações locais e nacionais. As apresentações atraíram um grande público para o Parque de Exposição João Martins da Silva e garantiram o sucesso da festa, assim como os leilões e os demais atrativos que ficaram a disposição do público durante o evento.

De acordo com o secretário municipal de Agricultura e Recursos Hídricos, Ozeny Moraes, o evento realizado entre os dias 4 e 11 de setembro superou as expectativas. Segundo ele, cerca de 250 mil pessoas visitaram o local e o número de negócios aumentou em comparação ao ano passado.

Ele disse ainda que a Expofeira virou uma festa da cidade muito procurada pelas pessoas que querem se divertir e passar com a família.

“As pessoas vêm para o parque de exposição, e essa festa além de ser de negócios é uma festa da família”, ressaltou.

O secretário ainda falou sobre a cobertura dos leilões durante o evento, onde segundo ele, três foram transmitidos ao vivo pela televisão. “Mostramos para o Brasil e para o mundo, a imagem e o potencial que Feira de Santana tem,” ressaltou.

Os valores da contratação que abrilhantaram a festa foram publicadas no Diário Oficial do Estado.Veja a seguir a relação de algumas delas com seus respectivos valores.

Com informações de Daniela Cardoso e Thiago Fonseca

Recorde de negócios na Expofeira 2011

Exposição gerou cerca de 10 milhões de reais


A Expofeira 2011, como era esperado, foi sucesso absoluto em volume de negócios. Considerada a maior vitrine do agronegócio no interior da Bahia, a exposição alcançou a marca de aproximadamente R$ 10 milhões em comércio de animais, implementos agrários e vendas de produtos variados como alimentos, bebidas, artesanato, dentre outros.

A programação variada atraiu mais de 250 mil pessoas, que tiveram a oportunidade de conferir exposição de animais, feira de agronegócios, shows musicais, apresentações culturais, parque de diversões, leilões, praça de alimentação, dentre outros atrativos.

O evento, realizado no Parque de Exposição João Martins da Silva no período de 04 a 11 de setembro, reuniu criadores de diversos municípios da Bahia e de outros estados como São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Sergipe e Espírito Santo.

O número de animais expostos no Parque ultrapassou o índice da edição da exposição do ano passado. Estiveram à mostra animais de 2.300 animais de pequeno, médio e grande porte. Todos de alta qualidade genética e inspecionados pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB).

A principal fonte de geração de renda durante a mostra agropecuária foram os leilões e a venda direta ao comprador. De acordo com o secretário municipal de Agricultura, Ozeny Moraes, foram gerados aproximadamente R$ 6 milhões com as negociações.

“Ao total foram promovidos 13 leilões, um a mais do que estavam programados. Além dos leilões dentro do espaço do evento, também foram realizados outros em espaços diversos. Outro diferencial este ano foi a transmissão dos leilões pelas emissoras de TV Terra Viva e Canal Rural levando imagens de Feira para o Brasil e para o mundo”, destacou Ozeny Moraes.

Para incentivar a concretização de negócios, o evento contou com a presença de duas instituições bancárias oficiais: Banco do Brasil e Banco do Nordeste. A área do parque abrigou, ainda, 26 barracas e estandes ligados ao agronegócio, 111 barraqueiros entre barracas de comidas, bebidas, lanches, churrascarias e coquetel; e o Caminho da Roça, com 20 boxes destinados ao pequeno agricultor.

A segurança no Parque foi garantida por efetivo de 1.200 policiais militares, sistema de monitoramento 24 horas, com 10 câmeras e uma central, além da Guarda Municipal.

Cantores evangélicos se revoltam contra declarações do Bispo Edir Macedo

Em um programa o líder da IURD disse que 99% dos cantores gospel são endemoniados


Alguns cantores evangélicos ficaram surpresos e revoltados com as palavras dos bispos da Igreja Universal do Reino de Deus, inclusive o líder Edir Macedo, que afirmaram que 99% dos cantores evangélicos são endemoniados e que a cantora Ana Paula Valadão estava possessa de demônios.

Através do Twitter o cantor André Valadão resolveu se manifestar. “Não tenho dificuldade em falar sobre a IURD afinal, #IgrejaUniversalNãoÉEvangélica @BispoMacedo o Macalister não te ensinou o que tens feito”, escreveu o irmão de Ana Paula.

A cantora Eyshila também se mostrou indignada. “Reformulando: pessoas que se declaram a favor do aborto, e ainda publicam isso em sua biografia, não merecem o meu respeito. Não as escuto!”

“Escrevi e apaguei, escrevi e apaguei de novo, não tem nem o que dizer em relação a IURD , lamentável Bp Macedo, lamentável…”, tuitou a cantora Lydia Moisés que foi apoiada por Jairinho Manhães, esposo da cantora Cassiane.

Mauro Henrique, vocalista da banda Oficina G3 foi irônico ao falar sobre o caso. “(…) ainda mais depois de saber que o Edir Macedo me chamou de endemoniado! Hahaha. Vem expulsar então!!! Kkkkk”.

Ainda no Twitter membros de várias denominações também se manifestaram contra as palavras dos bispos da IURD e alguns usaram a hashtag #IgrejaUniversalVergonhaAlheia. “Testemunhos comprados obreiros explorados pastores obrigados a cumprir metas de oferta #IgrejaUniversalVergonhaAlheia”, provocou um internauta.

“Esse bispo não tem vergonha na cara mesmo, dizer que a @anapaulavaladao é endomoniada é o fim da picada @: #IgrejaUniversalVergonhaAlheia”, disse outra usuária do microblog.

Fonte: Gospel Prime

Cresce o número de brasileiros que se convertem ao Islã

No Rio de Janeiro 85% dos frequentadores da mesquita são convertidos, em Salvador são 70%


Na última década o número de brasileiros que decidiram seguir ao islamismo cresceu 25%, tanto que algumas mesquitas o número de novos convertidos é maior do que o de mulçumanos como, por exemplo, no Rio de Janeiro onde 85% dos frequentadores são convertidos e Salvador onde 70% dos fiéis não nasceram islâmicos.

É possível encontrar até ex-evangélicos que agora segue o Alcorão e as leis do Islã, como é o caso de Alexsandra Alves de Brito, 33, convertida ao islamismo desde os 20, hoje casada com um mulçumano com quem tem dois filhos. Alexsandra antes frequentava a Igreja Assembleia de Deus.

“O que me chamou a atenção foi a valorização da mulher. Na sociedade brasileira, a mulher é muito vulgarizada, tem que atrair os homens. No Islã, a mulher tem que ser recatada, bem educada. Até falar baixo faz parte dos costumes”, diz Alexsandra para uma reportagem do portal Delas do IG.

Hoje a ex-assembleiana moradora da cidade de São Paulo tem uma loja que vende vestimentas típicas para mulheres islâmicas, já que no Brasil é difícil de encontrar. Para adequar a vestimenta das novas adeptas ao clima tropical do Brasil, Alexsandra está trazendo os “burquínis” para ser usado em praia e piscinas. “As mulheres não usavam aqui por não achar, mas agora está mais fácil”, diz.

A reportagem destaca o preconceito que essas mulheres, revertidas, termo usado por eles para se referir a quem se converteu ao Islã, acabam sofrendo. Uma das entrevistadas, a cabeleireira Pamela Juliana Gomes Pereira, 29, revertida há seis meses, contou que sofreu preconceito ao vivenciar seu primeiro Ramadã, mês em que o fiel deve fazer jejum da alvorada ao pôr do sol. “Não foi fácil. Como minha família não é muçulmana, tive que cozinhar sem colocar comida na boca”, conta. “Minha mãe é evangélica, achou absurdo ficar sem comer”, disse.

Fonte: Gospel Prime